Na Inspiração das Sagradas Escrituras, a sua autoridade e suficiência, como Palavra de Deus, a confiabilidade do Novo Testamento no seu tstemunho, a autoridade do Antigo Testamento e o ensino do Espírito Santo (II Tm 3.15,16; II Pe 1.21).
Na unidade da divindade e a Divina co-igualdade do Pai, do Filho e dos Espírito Santo, a Autoridade Suprema de Deus na Criação, providência e salvação.
No Nascimento virginal de Jesus, vida pura, ministério miraculoso, morte expiatória, ressurreição do corpo, ascensão triunfante, intercessão eclesiástica de nosso Senhor Jesus Cristo pelo Seu povo e Sua segunda vinda, com esperança dos crentes. (Is 7. 14; I Pe 2.22; At 2.22; 10.38; II Co 10.38; 5.21; Hb 9.12; Lc 24.39; Ap 10.1-6).
Na queda do homem que foi criado puro e honesto, mas que caiu por transgressão voluntária. (Gn 1.26-31; 3.1-7; Rm 5.12-21) .
Na Salvação através da fé em Cristo que morreu pelos pecados do Homem e ressuscitou ao terceiro dia e através do Seu sangue temos a Salvação (Tt 2.11; 3.5,6; Rm 10.8-15; I Co 15.3,4).
No Baptismo por imersão nas águas (Mt 28.19; At 10.47; 2.38,39).
No Baptismo no Espírito Santo (At 2.4; 10.44; Ef 4.7-16).
Na Santidade de vida e conduta “Sede santos porque Eu, sou Santo”. ( I Pe 1.14-16; Hb 12.14; I Ts 5,23; I Jo 2.6; I Co 11.20-34).
No partir do pão [santa ceia] até a vinda do Senhor Jesus. (Lc 22. 14-20; I Co 11.20-34).
Na vida eterna para os que aceitam a Jesus Cristo e castigo eterno para os que não estiverem escritos no Livro da Vida (Dn 12,2,3; Mt 24.26; II Ts 1.9; Ap 20.10-14).